sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ajude o seu cabelo a crescer

Em busca do visual ideal, nós mulheres nos arriscamos nos cortes diferenciados, em cores fortes e também em produtos dos mais variados. Só que nem sempre todas essas opções dão certo. Aí, é esperar o cabelo crescer - e torcer para ser rápido - para poder mudar novamente. É quando, muitas vezes, vem a frustração: os fios demoram a crescer e você não entende o motivo.


Você pode não saber, mas toda essa demora no crescimento pode ter a ver com o que você come. “O cabelo é composto de proteínas, aminoácidos, queratina, minerais. Com isso, uma dieta saudável, que contém todos esses nutrientes, ajuda os cabelos a crescerem mais macios e brilhosos”, explica a dermatologista Melissa Falcão. “Não tem uma quantidade diária de alimentos para serem ingeridos, o importante é ter uma alimentação equilibrada para dar força aos fios”, completa a nutricionista Lorença Dalcanale.


Confiram os alimentos que ajudam os cabelos a crescerem:


1- Fortalecimento – Os alimentos com vitamina A, como vegetais amarelos, vegetais verde-escuros, pêssego e melão cumprem esse papel de fortalecer os fios.

2- Faça a nutrição do couro cabeludo - Consuma alimentos ricos em vitaminas do complexo B, como carnes, peixes, leite e cereais integrais.

3- Crescimento - Alimentos ricos em ferro como fígado, gema de ovo e vegetais com folhas escuras auxiliam neste processo.

4- Lubrificação - Deve ficar por conta dos alimentos com gorduras insaturadas, como azeite de oliva, que ajudará no funcionamento das glândulas sebáceas, garantindo a lubrificação dos fios.

OBS:
Cuidados externos também são importantes: É necessário fazer uma hidratação semanal em casa, uma hidratação mais potente a cada quinze dias no salão e usar xampu, condicionador e cremes específicos para o seu tipo de cabelo e que tenham filtro solar, para uma maior proteção dos fios.  

Fonte
Bolsademulher

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dia da Osteoporose - Você sabe o que é?


Doença causa perda de força e flexibilidade dos ossos.


Assistam e saibam mais sobre essa doença.



Conheça nove superalimentos que ajudam você a combater a doença, e um inimigo do cardápio contra a osteoporose.


1- Leite: Para aqueles que não são intolerantes à lactose, é o principal alimento para fortalecer os ossos. Ele carrega a maior quantidade de cálcio, a substância mais importante para a formação dos ossos. É aconselhado pelo Ministério da Saúde que adultos com menos de 50 anos de ambos os sexos consumam 1000 mg de cálcio por dia, enquanto para aqueles que têm mais de 50 precisam de doses de 1200 mg. Um único copo de 250 ml de leite tem 300 miligramas de cálcio. "Por conter cálcio de origem animal, que é absorvido pelo organismo com mais facilidade, o leite é o alimento que tem ação mais efetiva contra a osteoporose", diz a nutricionista Camila Leonel - da Unifesp.


2- Derivados do leite: Se você não é um bebedor de leite, um copo de iogurte pode ser uma boa saída para incluir cálcio na sua dieta. Um copo de iogurte de 250 ml possui quase a mesma quantidade de cálcio que um copo de leite. "Existem muitos iogurtes que são enriquecidos com vitamina D, o que os torna um bom aliado contra a perda de cálcio nos ossos", explica a nutricionista. O queijo age da mesma forma que o iogurte, e pode ser consumido até em versões livres de lactose, já que o cálcio continua presente no alimento mesmo assim.


3- Sardinha: Este peixe contém altas doses de cálcio e vitamina D, o que ajuda a deixar os nossos ossos mais fortes. Um prato com três sardinhas é tão ou mais benéfico para os ossos do que um copo de leite ou de iogurte.


4- Vegetais: Além de já serem reconhecidos como fontes de vitaminas, os vegetais, principalmente aqueles de cor verde, como brócolis, couve, couve-flor, espinafre e agrião, são excelentes para fortificar os ossos. Pesquisadores da Universidade de Berna, na Suíça, descobriram que a ingestão de grandes quantidades desses vegetais ajuda a aumentar a densidade óssea em até 3%, tudo isso porque esses alimentos são ricos em cálcio e vitamina D.


5- Soja: Os grãos de soja e seus derivados têm efeito benéfico na fortificação dos ossos. "A oleaginosa é rica numa substância chamada de isoflavona, que por ter a estrutura muito parecida com o hormônio feminino estrógeno, ajuda os ossos a absorver minerais. Por isso, ela é altamente recomendada para as mulheres que entraram na menopausa", explica a nutricionista da Unifesp.


6- Salmão: Este peixe e outras espécies ricas em gorduras boas, como o atum e a truta, têm a melhor combinação para manter a saúde dos ossos: vitamina D, cálcio e ômega-3. "Com uma alimentação rica nesses nutrientes e o costume de fazer exercícios, fica muito mais difícil perder massa óssea", explica Camila Leonel. Os óleos de peixe já são largamente usados para combater a perda de massa óssea causada pela menopausa, diminuindo assim as chances de osteoporose.


7- Nozes e castanhas: Elas podem fortalecer os ossos de inúmeras maneiras. O principal motivo é a quantidade de ômega-3 de origem vegetal que esses alimentos possuem. Segundo uma pesquisa feita pela Universidade da Pensilvânia, o ômega-3, encontrado nas nozes e em uma grande variedade de castanhas (amêndoas, pistache, amendoim) pode ter efeitos protetores sobre a saúde dos ossos. Segundo os autores do estudo, eles também contêm altas quantidades de cálcio em sua composição.


8- Linhaça: O consumo de sódio em excesso pode ser um gatilho para a perda de cálcio nos ossos. "O consumo regular de linhaça auxilia os rins a excretar água e sódio, e assim pode proteger os ossos da perda de cálcio", explica a nutricionista Roberta Stella. Além disso, a linhaça é ótima fonte de ômega-3, gordura boa, que aumenta a densidade dos ossos.


9- Tomate: rico em minerais como magnésio, ferro, fósforo, manganês e potássio, participantes importantes na formação dos ossos, ele cai bem em qualquer tipo de molho, salada e é fácil de colocar na dieta. Além disso, possui vitaminas A, C e licopeno- substância que dá a coloração vermelha ao tomate e que previne contra vários tipos de câncer.


OBS:


Sal: O sal é um dos alimentos que mais prejudica os ossos, por ser a principal fonte de sódio. Este mineral dificulta a absorção de cálcio dos nossos ossos, fazendo com que fiquem mais suscetíveis a quebras e fraturas. Por isso, principalmente mulheres na menopausa, devem evitar o sal, procurando seguir as recomendações do Ministério da Saúde. Segundo Camila, a quantidade indicada pela instituição é de seis gramas de sódio por dia, mas a média de consumo entre os brasileiros é de 18 gramas por dia, o que explica o grande número de pessoas que sofre com a osteoporose.


Fonte
Minhavida

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Receita - Shake Energético

Fonte de cálcio, vitamina C, fósforo e potássio, esse shake é uma excelente fonte de energia pois, contém ingredientes com alto teor de glicose, como o mel e abacaxi.

Ingredientes:
- 1/2 xícara de chá de erva-cidreira picada
- 1/4 de maçã
- 1 rodela de abacaxi
- 100ml de suco de laranja (1/2 copo)
- 1 colher de sopa de mel.

Bata tudo no liquidificador com gelo.

* Pode ser tomado no café da manhã ou no lanche da manhã.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Folhas e verduras ajudam na defesa do organismo e têm poucas calorias.

As folhas são ricas em vitaminas, fibras e minerais. Veja dicas para conserva-las e conheça as propriedades de algumas verduras.


A alface tem uma substância chamada lactucina, um sedativo natural, que acalma e dá sono. As folhas roxas possuem mais substâncias anti-inflamatórias. Quanto mais escuras as folhas, maior a quantidade de vitaminas A e C, que fortalecem o sistema imunológico e renovam as células.


Em geral, as verduras também têm cálcio e ácido fólico - é uma vitamina que é boa para o sistema nervoso central, quanto para a formação do tubo neural do bebê e para prevenir alguns tipos de anemia. O cálcio ajuda tanto na saúde óssea quanto na saúde dos dentes e no bom funcionamento do sistema nervoso.


O espinafre tem neoxantina, que ajuda na prevenção do câncer de pulmão, e também vitamina K - que ajuda a produzir uma proteína que coloca o cálcio dentro dos osso.


A couve é rica em potássio e ferro, fundamental no combate a anemia. Assim como o repolho é indicada na prevenção do câncer de mama e de próstata. O repolho tem ainda glutamina, ótimo cicatrizante. Por isso, quem sofre de úlcera deve consumir a verdura todos os dias. Já o agrião auxilia no controle de doenças respiratórias por causada da ação bronco dilatadora e expectorante. Não deixe de comer os talos do agrião e da rúcula - são ricos em iodo que ajudam a estimular e dar forças para a glândula tireóide, essa glândula é responsável pelo metabolismo e até ajuda no emagrecimento. A rúcula, assim como o almeirão, também são excelentes fonte de fibras, que auxiliam no funcionamento do intestino.


As folhas podem ser consumidas à vontade. A quantidade de caloria é muito pequena. Para se ter uma ideia, um prato cheio, com três tipos de alface e agrião, tem cerca de 20 calorias. O problema é errar a mão na hora de temperar. Tempere com gotas de limão, vinagre e azeite.


Como guardar as verduras por mais tempo: lave bem as folhas e enxugue cada uma. Depois enrole em guardanapos ou folhas de papel para que elas conservem a umidade por mais tempo. Depois coloque em vasilhas de plástico ou sacos de plástico sempre na  parte de baixo, já que elas não aguentam o frio intenso.


Fonte
Jornal Hoje

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Você sabe o que é Capsaicina?


Por acaso você já ouviu falar em Capsaicina? Sabe do que se trata? Então vamos conhecer um pouco dessa substância que tem um grande potencial antioxidante e termogênico.
A capsaicina é uma substância encontrada na pimenta e que é responsável pelo sabor ardido. Sendo assim, quanto mais ardida a pimenta, mais capsaicina essa pimenta irá possuir. E quanto mais capsaicina, mais benefícios retiramos do fruto.
A capsaicina tem muitas propriedades, entre elas: analgésicas, energéticas, expectorante, digestiva, antioxidante e vasodilatadora.
A nutricionista Márcia Keller Alves, da PUC-RS, vem pesquisando os benefícios da pimenta na saúde cardiovascular, e segunda a pesquisadora, a pimenta pode reduzir em até 45% o colesterol total de indivíduos com hipercolesterolemia, consequentemente, reduzindo os riscos de doenças arterial coronariana ou aterosclerose.
Segundo SILVA et al (2011), a capsaicina da pimenta tem poder antioxidante 2x maior do que o ácido ascórbico. A atividade antioxidante da pimenta combate a produção excessiva de radicais livres e, consequentemente, evita a oxidação do LDL- c diminuindo, assim, o risco de doenças cardiovasculares mais graves. No entanto, a capsaicina também aparece estimular a produção de óxido nítrico no endotélio, o qual promove um relaxamento das artérias e facilita o fluxo sanguíneo.
As pimentas são bastantes nutritivas: em uma colher de pimenta é possível encontrar 70% da recomendação de vitamina A e mais do que 100% de vitamina C, contendo também minerais como ferro, cálcio e algumas vitaminas do complexo B. como a niacina, tiamina e a riboflavina. As pimentas vermelhas possuem um potencial antioxidante maior do que as pimentas verdes, além de conter bioflavonóides que auxiliam na prevenção do câncer, principalmente o câncer de próstata.
Porém, um dos efeitos da pimenta na saúde dos indivíduos que tem ganhado destaque é seu papel como coadjuvante em tratamentos para perda de peso. Acredita-se que a capsaicina atue no sistema nervoso simpático aumentando a liberação de catecolaminas (noradrenalina e adrenalian), as quais atuam diminuindo o apetite e, consequentemente, a ingestão de carboidratos, lipídios e proteínas na refeição seguinte.
A pimenta também auxilia no emagrecimento por conta de seu efeito termogênico (aumentando o metabolismo) e por estimular a liberação de endorfina, a qual confere ao indivíduo uma sensação de bem-estar e diminui a vontade de comer. Alguns pesquisadores recomendam uma dose de 3g/dia de pimenta vermelha visando aumentar o metabolismo e favorecer a perda de peso, mas alertam que o consumo de pimenta pode ser associado a uma alimentação equilibrada e atividade física.
São necessário mais estudos a repeito dos afeitos da capsaicina na saúde humana, principalmente no sentido de determinar a quantidade ideal para adquirir tais benefícios. Enquanto isso, sabe-se que o brasileiro não consome muita pimenta. Por aqui o consumo de pimenta não chega a 0,5g de pimenta por pessoa. Para mudar esse quadro, é preciso explorar receitas onde o sabor adocicado da pimenta sobressaia em relação à sua ardência. Produtos como a geléia de pimenta, o chocolate, a trufa, entre outros, são mais aceitos.
Porém, vale ressaltar que nem todo mundo pode consumir a pimenta. Pessoas com intolerância à pimenta e/ou com gastrite, esofagite, hemorróidas ou refluxo gastroesofágico, por exemplo, devem evitar consumir a pimenta. Sendo assim,  faz-se necessário procurar um profissional habilitado, nutricionista ou médico, antes de aumentar o consumo de pimenta nas refeições.
Fonte
Área de treino

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Você "belisca" muito durante o dia

Faça o teste abaixo e descubra!!!

1- Durante o dia você tem hábitos de comer balas e chicletes com açúcar?
( ) Sempre tenho uma bala ou chicletes ao meu alcance
( ) As vezes, não é um hábito
( ) Não me lembro a última vez que comi uma bala e/ou chicletes

2- Você costuma ingerir doces?
( ) Sim, sou viciado(a) em doces
( ) De 2 a 3 vezes na semana
( ) As vezes, no máximo uma vez por semana

3- O que você costuma comer entre as grandes refeições?
( ) Um sanduíche light ou um biscoito integral
( ) Biscoitos recheados ou salgados de lanchonete
( ) Não costumo lanchar

4- Você costuma almoçar ou jantar em fast food?
( ) Sim, é prático e eu adoro
( ) Não, procuro sempre optar por uma alimentação equilibrada
( ) No máximo 1 vez na semana

5- Se você está com fome:
( ) Come qualquer coisa que estiver na sua frente
( ) Procura ingerir frutas, sucos ou barras de cereais
( ) Café para "matar a fome"

6- Durante as grandes refeições, você bebe:
( ) Refrigerante
( ) Sucos de fruta ou água em abundância
( ) Nada ou limito minha ingestão em até 250ml.

Resultados:

- Se você marcou mais a primeira opção:

Cuidado! Você está consumindo uma grande quantidade de alimentos inadequados. Além de serem muito calóricos, ricos em gorduras e/ou açúcares e pobre em nutrientes, na maioria das vezes, esses alimentos são os únicos responsáveis pelo ganho de peso.

- Se você marcou mais a segunda opção:

Atenção! Apesar de você tentar equilibrar a ingestão de guloseimas, é necessário melhorar. Diminua um pouco mais o consumo desses alimentos e você facilmente perderá alguns quilinhos.

- Se você marcou mais a terceira opção:

Parabéns! Com esses seus hábitos alimentares você evita consumir alimentos muito calóricos, ricos em gorduras e/ou açúcares e pobres em nutrientes. Normalmente, o resultado disto é boa saúde e peso adequado. Continue assim.

Fonte
Portal Equilibra

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Efeito sanfona, você sabe o que é isso?

Muitos certamente já ouviram falar no termo "efeito sanfona". O famoso engorda-emagrece-engorda, ocorre quando há emagrecimento e ganho de peso consideráveis em curtos intervalos, sendo muito prejudicial à saúde. A pele, por exemplo, sofre muito com este processo, uma vez que a distensão e a recuperação da forma esticada pode causar estrias, dificuldades de circulação e um aspecto de envelhecimento precoce. Além disso, perder peso sem orientação adequada pode levar o organismo à deficiência severa de nutrientes e estacionar definitivamente o emagrecimento, uma vez que o metabolismo é todo alterado.

É muito comum as pessoas passarem anos fazendo dietas malucas que viram em revista, na internet ou que a amiga ou a vizinha indicou, até perdem alguns quilos, mas ao voltarem a comer da mesma forma como faziam antes, em pouco tempo recuperam todo o peso ou ganham mais.

Por que isso acontece?

Existem diversos mecanismos fisiológicos que o corpo utiliza para manter o peso. Emagrecer muito em pouco tempo é uma agressão para o organismo, que tenta se defender, reduzindo o gasto energético e estocando o máximo de energia que puder para voltar ao peso anterior.

As células gordurosas produzem leptina, hormônio que informa ao cérebro que os estoques de gordura estão preenchidos. Quando há uma perda de peso significativa, os níveis de leptina diminuem e o cérebro entende que é preciso comer mais para repor a quantidade de gordura no organismo.

Nas dietas radicias o estômago também produz mais grelina, hormônio que estimula a fome.

É preciso ter orientação quando se pretende iniciar uma reeducação alimentar com o objetivo de emagrecer, pois mesmo após ter começado este processo, o corpo precisa de um tempo para se acostumar com o novo peso: em média um mês para cada quilo eliminado. O peso muitas vezes se estabiliza, mas após a adaptação, o emagrecimento continua a acontecer. Por isso, é preciso ter paciência e entender que emagrecimento é um processo gradativo e que, portanto, leva tempo. O mais importante é preservar ou recuperar a saúde, transformando hábitos, atitudes, pensamentos e sentimentos em relação à comida, pois só assim os resultados serão duradouros.

Também é importante lembrar: perder peso simplesmente não é igual a emagrecer. Com dietas radicias perde-se líquidos e massa muscular, principalmente, e não gordura.

Algumas dicas para mantes o metabolismo mais ativo:

1- A alimentação deve ser variada. A monotonia pode levar à deficiência de nutrientes, atrapalhando a aceleração do metabolismo.
2- Varie o máximo que puder o consumo de frutas, verduras e legumes durante a semana: eles levam vitaminas essenciais que regulam todo o metabolismo e as reações de queima de gordura.
3- Beba água. Ela é fundamental para o organismo. Diminuir a ingestão de água provoca a redução da deficiência da queima da gordura.
4- Durma bem e o suficiente todos os dias. Um bom sono auxilia o organismo a queimar gordura, pois regula a produção e o funcionamento de vários hormônios.
5- Modifique a forma de fazer exercícios: a monotonia no estímulo físico atrasa a queima de gordura.
6- Troque refrigerantes por sucos ou água. O excesso destas bebidas ajuda a reduzir o cálcio do organismo e este mineral é importante para o emagrecimento.
7- Controle os níveis de estresse, pois ele causa alterações hormonais ligadas ao ganho de gordura e de peso como um todo.

Fonte
Carolina Oliboni